quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Aplicação do sistema de internet sem fio para a cidade de São Paulo





Brasil um país de todos, esta é a palavra de ordem na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e segundo esse conceito a proposta e diminuir a desigualdade social no país e favorecer a classe pobre.
De acordo com essa proposta no ano de 2007, foi implantado em alguns estados do Brasil o sistema de internet sem fio, o convenio para a instalação da rede sem fio foi assinado pelo Ministério das Comunicações e uma das primeiras aplicações do sistema foi na cidade de Garanhuns (PE), que por coincidência é a cidade natal do Presidente Lula.
Em São Paulo, os debates devido à aplicação do sistema sem fio esta longe do fim, e segundo o Técnico de Telecomunicações, Roberto Robson Araújo do Santos, se o projeto sair do papel, a capital paulista será uma das primeiras metrópoles do mundo conseguiu esse feito até hoje.
O custo total do projeto, incluindo equipamento, instalação e monitoramento, é de R$ 64 milhões em quatro anos. O dinheiro viria dos cofres do estado.
Uma das principais críticas ao projeto, vem de integrantes do PSDB, pois o projeto da petista Marta beneficia em um primeiro momento, os mais ricos. Como a maioria dos prédios públicos fica em áreas centrais do município, apenas pessoas e empresas que atualmente já têm condições de pagar por internet rápida teriam o privilégio de se valer da internet pública.
A banda larga é a conexão de internet mais veloz, e abrange varias tecnologias de transmissão de dados, um desses sistemas e o wireless, que utiliza ondas de radiofreqüência para envio de dados, sem necessidade de fio.
Segundo Roberto Robson, Wimax pode cobrir cidades inteiras, em um raio de até 50 quilômetros em terrenos planos, com o uso de repetidores de sinal. Se há prédios e montanhas, cai para 15 quilômetros, já o sistema Wi-Fi tem alcance mais limitado, geralmente de até 500 metros. É mais utilizada, principalmente, por ser uma tecnologia barata.
No entanto, Robson afirma que em um período de quatro anos, é pouco provável que o sistema seja implantado em toda uma cidade como a de São Paulo.
Com a implantação do sistema sim fio, os resultados irão ajudar diversos paulistanos, e o recurso que pode acelerar a implantação do sistema é a parceria com empresas do ramo tecnológico, e com auxilio dessas empresas em quatro anos é possível que todo o estado esteja conectado ao mundo da internet.

Games se tornam opção de treinamento


Quem nunca jogou Atari que atire a primeira pedra, quantas vezes em tempos atrás, nos deparamos em casa, ou na casa de um coleginha para jogar um pouco vídeo game, e durante horas ficavam em frente à televisão e ouviam comentários dos pais que diziam que a televisão iria quebrar, ou que os jogos não ajudariam em nada na sua educação, para a alegria das crianças e dos jovens, essas afirmações estão completamente erradas.

Os games deixaram de ser sinônimo de brincadeira para se tornar uma plataforma de comunicação das empresas, essas ferramentas são essenciais para atrair o público jovem. Dentro das empresas, os jogos sérios, ou serious games, servem para o treinamento dos funcionários.

Um exemplo de empresa que adotou esse método é a empresa de cosméticos o Boticário. De acordo com a Coordenadora de treinamento da empresa, Sandra Arcanjo, a apresentação é divertida, com gráficos e desenhos que despertam a curiosidade e participação. No entanto os resultados são levados a sério. Cada decisão do jogador é gravada e resumida no relatório de desempenho. No caso do Boticário, o resultado foi fundamental no processo seletivo. "Conseguimos identificar pessoas fora do perfil exigido para um determinado cargo", Afirma Sandra.

Os jogos sérios trilham o caminho recém-aberto pela educação eletrônica no Brasil. As empresas que já trabalham com o treinamento por computador têm mais facilidade para incorporar novas tecnologias. E para as desenvolvedoras de jogos, o mercado corporativo é considerado uma alternativa ao entretenimento. "Muitas vêem nos jogos sérios uma maneira de fugir da pirataria", diz o Consultor da Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames), Bernardo Manfredini.

Para a estudante do ensino médio Emanuela Araújo da Silva, a implantação de jogos sérios como forma de contratação e de treinamento é muito interessante, no entanto ela se questiona sobre as pessoas que não tem nenhuma afinidade com games, segunda ela, essas pessoas seriam prejudicadas devido à falta de habilidade com jogos eletrônicos, principalmente as mulheres.

Sendo assim, vale a pena se dedicar um pouco aos games, e caso alguém questiona a sua idade para jogar vídeo game, ou o tempo que gasta em frente ao mesmo, pode-se dizer que esta se preparando para uma avaliação profissional.